RESULTADO DA 2ª EDIÇÃO

Não foi fácil escolher e, novamente, não conseguimos selecionar apenas os 20 textos previstos em nosso regulamento: acabamos ficando com 25.

Em relação à 1ª Edição, a região metropolitana cresceu, com representantes de três municípios da Baixada Fluminense (Guapimirim, Nova Iguaçu e Seropédica), e também com Niterói, São Gonçalo e Itaboraí muito bem representados. O interior chegou ainda mais junto, com gente que escreve de Bom Jardim, Iguaba Grande, Macaé, Petrópolis e Rio das Ostras. Da capital, novamente temos pessoas escrevendo de todos os cantos da cidade. É o RJ presente em toda a sua paisagem humana e geográfica, em toda a sua diversidade!

E o principal: textos potentes, narrativas diversas em estilos próprios e temas para todos os gostos. Será uma alegria compartilharmos esta nova jornada.

A todos, todas e todes que se inscreveram, agradecemos pela confiança de colocarem seus universos criativos em nossas mãos. É uma honra que não temos palavras para expressar. E fica o recado: tem gente selecionada que se inscreveu pela primeira vez, mas há aqui também quem tenha perseverado, acreditado, se inscrito novamente e sido selecionada. Foram 3!

Por isso, mantenham-se conosco, e… acima de tudo, mantenham-se escrevendo!
Lembrando que temos um encontro marcado na Ler – Salão Carioca do Livro, em abril de 2022, para o lançamento do livro da 1ª Edição do Prêmio Rio de Contos.

E aqui estão os autores e autoras que estarão conosco na 2ª Edição, no vídeo acima, anunciados por nossos jurados, juradas, professores e professoras: Alê Motta, Anna Paula Lemos, Claudia Chigres, Eliana Alves Cruz, Leonardo Tonus, Marcelo Moutinho e Pasquale Cipro, contando ainda com a participação especial de José Roberto Gifford, presidente da FUNARJ, e também de Bárbara Caldas, diretora da Mater Produções e idealizadora do Prêmio Rio de Contos.

SELECIONADOS DA 2ª EDIÇÃO

Alvaro Senra – “O incidente de Campo Grande”

Amélia Gonçalves – “Especiais são os dias de jogos”

Carla Gruber – “Vazias”

Carlos Cardoso – “O grito da cidade fria”

Catharina Zanetti – “Das importâncias”

Cristina Vergnano – “Ora yê yê ô”

Edson Amaro – “Laico mas não muito”

Felipe Gomes – “Verônica decide matar”

France Marinho – “M de morango”

Hanny Saraiva – “Travessia”

Jader Moraes – “Vidalida”

João Schlaepfer – “Jacinto, o tomador de serviços”

Joel Tavares – “A rebelião dos membros”

John Soares-Cunha – “Labirinto”

Jonas Grillo – “A assembleia dos meninos”

Júlio Alves – “Amor”

Jupy Junior – “Às seis na conta”

Karine Tavares – “Se eu acordar amanhã”

Luana Galoni – “A flor da terra”

Marisa Maia – “Normal”

Monike D’Alencar – “Ela Luzia”

Nadja Bereicoa – “Área de serviço”

Pedro Rabello – “Bala de iogurte”

Rejane Oliveira – “Flamengo”

Zé Arnaldo Guimarães – “Marca do pênalti”

Do universo das ideias ao mundo concreto: a Primeira Edição do Prêmio Rio de Contos foi a concretização de uma ideia que se revelou, além de real, necessária.

Com um número mais que significativo de inscrições e uma resposta sólida, afetiva e diríamos até apaixonada de nossos primeiros 25 selecionados a todo o trabalho que estamos realizando juntos, ficou mais que claro e patente o acerto de investir em nossos talentos e fazer do estado do Rio de Janeiro um celeiro de narrativas. Narrativas criativas, potentes e diversas. Narrativas necessárias como pontes para estabelecermos diálogos e nos entendermos em meio à voragem contemporânea que tem sido este planeta. E nos entendermos a partir de nós, desse chão que partilhamos nas tão diversas paisagens geográficas e humanas entre o litoral, as montanhas e as baixadas que recortam o RJ.

Entre pretos, brancos, indígenas, homens, mulheres, LGBTQA+, e todos mais que vierem, gente de todo tipo, todos juntos e misturados. E nos entendermos a partir das histórias que vamos contando, quem sabe, desse chão para o mundo.

E sim, o Prêmio Rio de Contos é sonho e também concretude. É matéria em expansão. E já está aí a nossa 2ª Edição! Prepara a caneta. Prepara o papel. Leia bem o regulamento e não deixe a sua inscrição para a última hora. Fica com a gente. Vamos juntos.

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INSCRIÇÕES

SimNão
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Frente
Verso

JURADOS

Alê Motta

Fluminense nascida em São Fidélis, tendo passado ainda parte de sua juventude em Campos antes de se radicar definitivamente no Rio de Janeiro. É arquiteta formada pela UFRJ.

Anna Paula Lemos

Jornalista, Doutora e Mestre em Literatura Comparada na Faculdade de Letras - Depto. de Ciência da Literatura da UFRJ. Atualmente é Professora Adjunta do Programa de Pós-Graduação...

Claudia Chigres

Escritora e professora. Graduada em Letras (1992), Mestre em História Social da Cultura (1995) e Doutora em Literatura Portuguesa pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2000)...

Eliana Alves Cruz

Carioca, escritora e jornalista (colabora com o site The Intercept Brasil), pós-graduada em comunicação empresarial. Eleita conselheira municipal de cultura do Rio de Janeiro...

Leonardo Tonus

Professor em literatura brasileira na Sorbonne Université (França). Publicou diversos artigos acadêmicos sobre autores brasileiros contemporâneos e coordenou, entre outros...

Marcelo Moutinho

Nasceu no Rio de Janeiro, em 1972. É autor dos livros "Rua de dentro" (Record, 2020, 'Ferrugem" (Record, 2017), que conquistou o Prêmio Clarice Lispector, da Biblioteca Nacional; "Na obra do dia"...

CONTATO

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Alê Motta é uma fluminense nascida em São Fidélis, tendo passado ainda parte de sua juventude em Campos antes de se radicar definitivamente no Rio de Janeiro. É arquiteta formada pela UFRJ. Participou da antologia 14 novos autores brasileiros, organizada pela escritora Adriana Lisboa. É autora de Interrompidos (Editora Reformatório, 2017) e Velhos (Editora Reformatório, 2020). Sua especialidade são os microcontos, ela desempenha a técnica necessária para esse formato de texto com maestria e talento. Atualmente desenvolve a coluna “Precisão” na Revista de Literatura Vício Velho.

Anna Paula Soares Lemos é Jornalista, Doutora e Mestre em Literatura Comparada na Faculdade de Letras – Depto. de Ciência da Literatura da UFRJ. Atualmente é Professora Adjunta do Programa de Pós-Graduação em Humanidades, Culturas e Artes. Inter- Humanitas, PPGHCA/UNIGRANRIO. É também professora dos cursos de graduação em Jornalismo e Publicidade e Propaganda da mesma universidade. Defendeu no Mestrado a dissertação Ariano Suassuna, o palhaço-professor e sua Pedra do Reino, publicada pela Editora Multifoco. No Doutorado — com bolsa de pesquisa CNPq e PDEE- Capes — defendeu a tese Anotações de um diretor: o cinema de Federico Fellini na televisão; com pesquisa feita na La Sapieza di Roma, no Centro Sperimentale de Cinematografia di Roma e na Fondazione Federico Fellini em Rimini. É lider do grupo de pesquisa IMAGEMNO – Núcleo de Estudos em Imagens, Memórias, Narrativas e Oralidades.

Claudia Chigres – Escritora e professora. Graduada em Letras (1992), Mestre em História Social da Cultura (1995) e Doutora em Literatura Portuguesa pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2000). Foi Bolsista Faperj, Jurada do concurso Literatura Para Todos II, do MEC e pesquisadora do Projeto Percursos da Leitura (PUC-Rio/MEC/SECAD).
Atualmente, é professora do Departamento de Letras da PUC-Rio e dos cursos de Especialização: Literatura, Arte e Pensamento Contemporâneo e Formação do Escritor, ambos da PUC-Rio, e pelas suas mãos já passaram e passam um grande número de aspirantes a escritores e escritoras no Rio de Janeiro.
É autora do livro como se (Editora TextoTerritório, 2014) e organizadora do livro 164-circular (TextoTerritório, 2016)

Eliana Alves Cruz é carioca, escritora e jornalista (colabora com o site The Intercept Brasil), pós-graduada em comunicação empresarial. Eleita conselheira municipal de cultura do Rio de Janeiro na linha de literatura. Vencedora do concurso de romances da Fundação Cultural Palmares/MINC 2015, com a história baseada na trajetória de sua família, desde a metade do século 19, na África, até nossos dias. Autora na coletânea Cadernos Negros 39 (poesias) e 40 (contos), do Quilombhoje literatura. Também está no livro “Perdidas, histórias para crianças que não tem vez”, da Imã Editorial. Em 2017 foi uma das 10 selecionadas no concurso nacional de contos da editora Ciclo Contínuo, em homenagem ao editor Francisco de Paula Brito. Lançou em 2018 seu segundo romance: O crime do cais do Valongo, pela editora Malê, o livro foi escolhido entre os melhores do ano pelos críticos do Jornal O Globo e em 2019 foi semifinalista do Prêmio Oceanos.”

Leonardo Tonus é professor em literatura brasileira na Sorbonne Université (França). Publicou diversos artigos acadêmicos sobre autores brasileiros contemporâneos e coordenou, entre outros, a publicação de Samuel Rawet: ensaios reunidos (José Olimpio, 2008), do volume 4 da Chiricú Journal: Latina/o Literatures, Arts, and Cultures (Indiana University Press, 2020) e das antologias La littérature brésilienne contemporaine — spécial Salon du Livre de Paris 2015 (Revista Pessoa, 2015), Olhar Paris (Editora Nós, 2016), Escrever Berlim (Editora Nós, 2017) e Min al mahjar ila al watan Da Terra de Migração Para a Terra Natal (Revista Pessoa/ Abu Dhabi Departement of Culture and Tourism/Kalima, 2019). Vários de seus poemas foram publicados em antologias e revistas nacionais e internacionais. É autor de duas coletâneas de poesia: Agora Vai Ser Assim (Editora Nós, 2018) e Inquietações em tempos de insônia (Editora Nós, 2019).”

Marcelo Moutinho nasceu no Rio de Janeiro, em 1972. É autor dos livros “A lua na caixa d’água” (Malê, 2021); “Rua de dentro” (Record, 2020); “Ferrugem” (Record, 2017), que conquistou o Prêmio Clarice Lispector, da Biblioteca Nacional; “Na obra do dia” (Rocco, 2015); “A palavra ausente” (Rocco, 2011); “Somos todos iguais nesta noite” (Rocco, 2006) e do infantil “A menina que perdeu as cores” (Pallas, 2013), entre outros.
Organizou a seleta de ensaios “Canções do Rio – A cidade em letra e música” (Casa da Palavra, 2010) e antologias como “O meu lugar” (com Luiz Antonio Simas, Mórula, 2015) e “Dicionário Amoroso da Língua Portuguesa” (com Jorge reis Sá, Casa da Palavra, 2006).
Participou ainda das coletâneas “Antifascistas” (Mondrongo, 2020) e “Debaixo do mesmo céu” (Numa, 2020).